Epidemiologia em Urgência e Emergência

Área: Pré-Hospitalar

WENDER ANTONIO DE OLIVEIRA

INTRODUÇÃO: A inteligência epidemiológica é atrelada às atividades de vigilância epidemiológica, ao passo que é possível distinguir as atividades de inteligência em epidemias, das atividades de inteligência epidemiológica, estas que, por sua vez, possuem impactos importantes na questão da mortalidade e morbidade, uma vez que abarca o conjunto de eventos ou condições que influenciam o estado de bem-estar de indivíduos e populações, inclusas as epidemias. O modelo epidemiológico atribuído ao setor de saúde, demanda de uma organização dos serviços de saúde como um elemento fundamental determinante/condicionante para as emergências em saúde pública.O presente artigo tem como objetivo central, debater de maneira conceitual sobre a importância da formação de um banco de dados epidemiológicos para o atendimento nos SAMUs de todo o Brasil por meio do SIA/SUS de acordo com as regras da Portaria 356/2012. MÉTODO: O método de pesquisa empreendido segue natureza qualitativa, com pesquisa do tipo bibliográfica. RESULTADOS E DISCURSÕES: Através das pesquisas realizadas a fim de compor o presente artigo, foi possível compreender que o atendimento pré-hospitalar é um procedimento de extrema importância para a manutenção da vida ou do estado de saúde do paciente, estável até que o mesmo seja encaminhado ao atendimento hospitalar, podendo contribuir para sua sobrevivência. De modo que, neste contexto, a formação de um banco de dados nacional com aspectos epidemiológicos de regiões e localidades, que se tornassem disponíveis aos profissionais no atendimento das ocorrências, facilitaria e agilizaria os cuidados, tornando-os mais efetivos. Todavia, o sistema carece de investimentos por parte da iniciativa pública para que a viabilização da eficácia no SAMU de todo o país seja realidade.