REVISÃO INTEGRATIVA SOBRE O USO DE MÁSCARA LARÍNGEA (ML) POR ENFERMEIROS NA RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR

Área: Enfermagem

FABIANA DE MELLO BARROS

Alexandre Fernandes Galvão
Deyse Conceição Santoro
Anderson Felipe de Alvarenga Augustinho
Ariane Silva de Oliveira
Mariana Gerpe Batista

Introdução: Tentativas prolongadas de intubação traqueal podem ser perigosas devido à cessação das compressões torácicas durante esse período, podendo comprometer a perfusão coronariana e cerebral. Profissionais de saúde treinados no uso de dispositivos supra-glóticos (como por exemplo, a máscara laríngea) devem considerar o seu uso para manejo da via aérea durante a PCR, bem como alternativa de resgate em vias aéreas difíceis ou quando ocorrer falha na intubação traqueal. tivemos como objetivo identificar as evidências disponíveis na literatura sobre a abordagem de vias aéreas por meio da inserção da máscara laríngea pelo enfermeiro, na ressuscitação cardiopulmonar, em pacientes adultos. Metodologia: O referencial teórico-metodológico utilizado foi a Prática Baseada em Evidências com revisão integrativa da literatura. As bases acessadas foram: LILACS, PUBMED, CINAHL e COCHRANE, com os descritores "laryngeal masks", "cardiopulmonary resuscitation" e "nursing". Os critérios de inclusão foram os que retratavam procedimentos, intervenções ou diretrizes sobre ressuscitação cardiopulmonar, máscara laríngea e enfermagem; e período de 2005 a 2010 (duas últimas Diretrizes sobre Ressuscitação Cardiopulmonar. A análise dos dados extraídos foi realizada de forma descritiva. Os resultados evidenciaram que a máscara laríngea é de fundamental importância para manejo de vias aéreas em situações críticas e mostrou-se eficaz, atingindo taxas de sucesso próximas a 100%. Conclusão: Devido à ausência de estudos com delineamento experimental, acerca da temática, evidencia-se a necessidade de investigações científicas envolvendo a máscara laríngea, a ressuscitação cardiopulmonar e a enfermagem, com o intuito de subsidiar a prática clínica do enfermeiro, e sua tomada de decisão acerca da PCR.